Esportes e noticias

segunda-feira, 13 de junho de 2016

12 cães hilários que são bem de boas — e outros nem tanto

12 cães hilários que são bem de boas — e outros nem tanto

1. Sabe quando você acorda em um domingo achando que já é segunda-feira?

(Reprodução/Giphy)

2. Você fica mais ou menos assim ao descobrir que não, que é só uma pira da sua cabeça recém-acordada!

(Reprodução/Giphy)
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3. Se a vida trouxer tempestade, faça como este cachorro: tome um banho com a água que ela deixar

(Reprodução/Just Something)

4. E depois, saia saltitante por aí, como se algum humano estivesse sacodindo um gigantesco osso 

(Reprodução/Perfecty Timed Photos)

5. Só vá devagar, pois quem tem pressa come cru

(Reprodução/Pinterest)

6. Como a sua avó, este cachorro só vai à beira-mar para fazer uma caminhada

(Reprodução/Imgur)

7. Já este aqui entende perfeitamente quando você fica de vela no rolê com os seus amigos

(Reprodução/Just Something)

8. Enquanto isso, estes dois meliantes provam ser parceiros na vida e no crime 

(Reprodução/Pinterest)

9. Falando em crime, ao que tudo indica, vai rolar carnificina neste canil!

(Reprodução/Just Something)

10. Mas basta de violência! Bota na tela um cãozinho trabalhador

(Reprodução/Just Something)

11. Como tudo de bom na vida tem um fim, este bichano tem algo doloroso para te lembrar: depois dos agitos do fim de semana, sempre vem uma segunda-feira 

(Reprodução/Giphy)

12. Mas relaxa! Pois apesar dos pesares, toda semana tem o seu fim! 

(Reprodução/Giphy)

8 truques infalíveis para impressionar quem você acabou de conhecer

8 truques infalíveis para impressionar quem você acabou de conhecer



Vamos lá, pode confessar: às vezes, tudo o que você quer é impressionar alguma pessoa. Não vamos nem entrar no mérito da questão, mas a verdade é: quem nunca? Se de repente você não é lá um ser humano de fino trato social, fique tranquilo: sempre tem como aprender a melhorar nesse sentido.
Na animação de hoje do Mega, você vai descobrir alguns truques infalíveis para chamar a atenção de pessoas que você acabou de conhecer. O negócio é não ficar na defensiva, ter noção do que dizer, não contar mentiras, se manter positivo, manter contato visual e positividade – isso, claro, entre outros fatores bastante importantes na hora de causar uma boa primeira impressão. Para conhecer todos eles, aperte o play!
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Esse é o tipo de vídeo que é bom até salvar nos favoritos, convenhamos. A equipe do Mega espera realmente que você se saia bem depois dessas dicas e que, claro, venha nos contar depois sobre o seu sucesso. Em troca, pedimos aquele humilde like de sempre – se você ainda não se inscreveu em nosso canal do YouTube, não perca tempo! O mesmo vale para a fanpage do Mega no Facebook, que está cada vez melhor – junte-se a nós por lá também!

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Agora nos conte: você costuma causar uma boa primeira impressão ou é do tipo que, quando conhece uma pessoa nova, sente vontade de sair correndo?

4 motivos pelos quais você deve lavar muito bem as suas mãos

4 motivos pelos quais você deve lavar muito bem as suas mãos



Pense em todas estas ações:
  • Segurar em um corrimão ao descer uma escada
  • Trocar as fraldas de um bebê
  • Preparar comida
  • Pressionar a descarga
  • Usar um celular
  • Coçar os olhos e nariz
  • Escovar os dentes
  • Segurar uma porta
O que todas elas têm em comum? Você pode nem reparar, mas as suas mãos são responsáveis pela maioria de suas atividades diárias e, por isso, estão constantemente expostas a todo tipo de bactéria, germe, vírus, entre outros. Agora, me responda: quantas vezes você lava as suas mãos por dia?
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Ligue a música e venha com a gente!

1. Bactérias – elas estão por toda parte

Aqui vai uma informação rápida e impactante: existem 1,5 mil bactérias por centímetro quadrado de pele em sua mão.

2. Você pode ficar doente

Além das milhares de bactérias, existem ainda os fungos, vírus e tudo mais que está louco para invadir o seu corpo, te deixar doente e causar desde um leve desconforto gástrico até a morte.

3. Lavando as mãos, você evita a transmissão de...

Staphylococcus aureus: uma superbactéria que pode causar graves infecções e é resistente aos antibióticos.
Clostridium difficile: este comensal da morte gastrointestinal pode causar desde diarreia até uma colite pseudomembranosa, que é uma inflamação terrível do cólon.
Escherichia coli: pode causar doenças intestinais, infecções do trato urinário e meningite.
Salmonella: deixa você com náuseas, vômitos, dor abdominal e diarreia.

4. As fezes: elas estão em todos os lugares

É exatamente isto que você leu: basicamente, todas as superfícies que você toca estão repletas de fezes. O motivo? As pessoas não estão lavando as mãos.
FONTE(S) 

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Anatel reafirma no Congresso que limite para internet fixa não é ilegal

Anatel reafirma no Congresso que limite para internet fixa não é ilegal




Já deputados e associações de defesa dos consumidores criticam o modelo de franquia, a posição da agência e o oligopólio das operadoras.




Deputados e entidades de defesa do consumidor apontaram ilegalidades e formação de oligopólio por parte das operadoras de telefonia e criticaram a franquia de dados da internet que as operadoras de serviço de banda larga pretendem adotar, em audiência pública na Câmara dos Deputados que discutiu a limitação do serviço suspensa temporariamente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Já a própria agência justificou a adoção de franquia de dados pelas empresas de telefonia, alegando que o que a legislação exige hoje é que o serviço não seja suspenso depois de atingida a quantidade de dados prevista no contrato. No que foi acompanhada pelo representante das operadoras, que defendeu a tese de que limite para internet fixa garantirá inclusão digital.
A audiência desta quarta-feira (8) foi promovida por duas comissões da Câmara: a de Fiscalização Financeira e Controle; e a de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, a pedido dos deputados Leo de Brito (PT-AC) e JHC (PSB-AL).
Franquia de dados é o limite de capacidade que os consumidores terão ao contratarem os serviços de banda larga fixa. Ultrapassado o limite, a velocidade será reduzida ou o consumidor terá que fazer um pagamento extra às empresas.
A polêmica surgiu em fevereiro, quando as operadoras Claro, Net, Oi e Telefônica anunciaram a intenção de comercializar pacotes com limites de dados. Ou seja, o consumidor que quisesse usar mais a internet teria que pagar mais, o que afetaria principalmente quem utiliza os serviços de streaming fornecidos pelo Youtube e Netflix ou quem baixa jogos que consomem dados.
A maioria das operadoras adota o modelo de comercialização de planos de internet fixa com base na velocidade desejada pelo usuário, sem um volume máximo de capacidade de tráfego, ainda que tenham passado a incluir em seus contratos uma cláusula que permite um limite de dados, a chamada franquia.
Em 18 de abril a Anatel publicou uma resolução suspendendo a iniciativa por 90 dias e condicionando a mudança a uma série de obrigações das empresas, como a criação de ferramentas que possibilitem ao usuário acompanhar seu consumo e os gastos da sua franquia. Depois, entrou em vigor uma  c medida cautelar da agência que proíbe prestadoras com mais de 50 mil assinantes a praticar redução de velocidade de transmissão de dados, suspensão do serviço e cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia de banda larga fixa, ainda que tais medidas constem do contrato ou do plano de serviço.
Apesar de suspender a mudança e criar obrigações para as empresas, o presidente da Anatel, João Rezende, revoltou os consumidores e diversas entidades ao apoiar publicamente a mudança nos pacotes e afirmar que “a era da internet ilimitada está chegando ao fim”.
A limitação foi duramente criticada por entidades de defesa do consumidor, que apontam que ferem o Marco Civil da Internet. 
Lucros exorbitantes
Rafael Augusto Zanatta, representante do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), criticou a franquia. “Em nenhum momento as empresas explicaram a necessidade técnica da mudança, ou seja, não há justa causa para a mudança.”
“Além disso, o Código de defesa do Consumidor diz que não pode haver mudança no contrato sem justa causa. Também há violação do Marco Civil da Internet e da ordem econômica, ao se permitir lucros exorbitantes para as empresas”, disse.
De acordo com Zanatta, estabelecer limites para tráfego de dados na rede de internet fixa é o mesmo que criar duas internets distintas, a dos pobres e a dos ricos – que podem pagar quando ultrapassarem o limite da franquia.
“Vai afetar os mais pobres. Portanto, além do problema econômico, há um problema social. Seria muito impactante do ponto de vista social porque seria criada uma internet dos pobres, sem possibilidade de troca de dados”, disse.
Ilegalidades
Flávia Lefèvre Guimarães, da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) também apontou ilegalidades no estabelecimento de um limite para o tráfego de dados.
“O artigo 4º do Marco Civil da Internet diz que o serviço tem que estar disponível a todos. Serviços essenciais não podem ser interrompidos a menos que o consumidor não pague a conta. Além disso, o princípio da neutralidade da rede estabelece que usuários têm que ser tratados de mesma forma”, ressaltou Flávia.
Os dois representantes das entidades que defendem os direitos dos consumidores também afirmaram que contratos anteriores a 2013, antes do Marco Civil da Internet, teriam que ser refeitos com base na nova legislação.
“Mas as operadoras continuam a prever limites de dados e franquias nos contratos, sem que os consumidores percebam”, disse Zanatta.
O argumento foi contestado durante a audiência pública por Elisa Vieira Leonel, superintendente de Relações com Consumidores da Anatel. Segundo ela, o Marco Civil da Internet permite a adoção de cobrança em função da quantidade de dados usada pelo consumidor. “Se não permitisse, diversos negócios fundamentais para a inclusão digital no País estariam comprometidos”, disse.
De acordo com a representante da Anatel, os 2.200 pequenos provedores que atuam no interior do País são obrigados a praticar franquias. “Impor restrição ao modelo de negócio desses provedores pode inviabilizar os serviços”, destacou.
Elisa Leonel também mencionou a necessidade de praticar franquias de dados nos contratos por empresas que usam serviços de satélites, que têm capacidade limitada de tráfego de dados. “Se o Marco Civil proibisse isso, estaria inviabilizado o serviço de internet pré-pago, usado por 70% dos brasileiros e que funciona exatamente assim: o serviço cessa quando o limite de crédito acaba”, afirmou.
 “A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se comporta como advogada das empresas”, disse o deputado Paulão (PT-AL). Na opinião de alguns deputados, as operadoras formam um oligopólio. “Este setor é dominado por poucas empresas, que visam o lucro”, disse o deputado JHC (PSB-AL). “
Elisa Leonel rebateu a acusação. “Quero rechaçar qualquer afirmação de que a Anatel está protegendo operadoras. A Anatel está atuando para que os serviços estejam nas cidades pouco atraentes para as operadoras”, disse.
Segundo as operadoras e a Anatel, a cobrança diferenciada em função do volume de dados usados pelo consumidor vai permitir a universalização da internet no País.
Para o representante das operadoras de telefonia, Carlos Duprat, diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindTelebrasil), alguém tem que pagar a conta dos grandes consumidores.
“A inclusão digital passa pela racionalidade do uso das redes. Quem usa pouco a internet não pode subsidiar quem faz uso muito intenso. Isso é um Robin Hood às avessas. Quem paga hoje é quem usa menos: os pobres. É essa distorção que estamos procurando reduzir, e a oferta de pacotes diferenciados possibilita uma gestão mais eficiente das redes. Temos que ter pacotes para todos os brasileiros. Imaginar que teremos preços baixos para todos, só se vier do céu”, disse.
O representante das operadoras disse que o limite ao pacote de dados será adotado assim que as empresas atenderem as exigências da Anatel, que incluem a criação de mecanismos para informar o consumidor a respeito do saldo de pacotes de dados do seu plano.
Ele defendeu liberdade para a gestão dos negócios e adoção de medidas como a redução da carga tributária do setor e o uso dos fundos constitucionais (como o Fistel) na infraestrutura da rede.
“O modelo de franquia requer a devida conscientização dos consumidores a respeito do seu perfil de utilização e a disponibilização de ferramentas que possibilitem o acompanhamento de seu consumo. Só a partir daí vamos aplicar (o modelo) e incluir mais e mais brasileiros”, disse.

Lava Jato já tem contas de outros beneficiários da propina paga a Cunha

Lava Jato já tem contas de outros beneficiários da propina paga a Cunha




  • O procurador Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Lava Jato
A força-tarefa da Operação Lava Jato tem a lista de contas que receberam o valor restante da propina de US$ 10 milhões que teria sido paga no negócio de compra de um campo de exploração de petróleo em Benin, na África, em 2011 - negócio que teria gerado o repasse de US$ 1,5 milhão para o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
São valores repassados pelo operador de propinas do PMDB João Augusto Henriques Rezende, por meio da conta nº 203217, em nome da offshore Acona International Investments Ltd,, aberta em novembro de 2010 no Banco BSI, em Zurique, na Suíça.
A conta foi aberta por João Henriques para receber a "comissão" de US$ 10 milhões do grupo português Lusitanea Petroleum, do empresário Idalécio de Oliveira. Ele vendeu o campo de exploração 4 de Benin para a Petrobras, em 2011 - por US$ 34 milhões -, um negócio irregular que gerou prejuízos à estatal.
Em depoimento à Polícia Federal, no dia 25 de setembro, de 2015, João Henriques afirmou que, "assim que concretizada a venda, teve que abrir a conta Acona para receber a taxa de sucesso e, logo em seguida, providenciou a distribuição para as pessoas que o ajudara nessa transação".
A operação tinha por objetivo camuflar o início do pagamento da vantagem indevida ao denunciado João Henriques, que, na sequência, destinaria os valores aos beneficiários finais por intermédio de outras operações de lavagem de capitais.
"Isso foi feito não só pelo uso de empresas de fachadas (offshores), sediadas em paraísos fiscais e sem atividade econômica real, mas também pela simulação de contrato de prestação de serviços", informa relatório de análise produzido pela Procuradoria, em Curitiba.
No Relatório de Análise 116/2015, da Procuradoria-Geral da República, foram destacados algumas contas em nomes de offshores que receberam repasses de João Henriques, via conta Acona, após pagamentos dos US$ 10 milhões da Lusitania Petroleum.
Uma delas de US$ 4,1 milhões para a conta da offshore Sandfield Consulting SA, aberta no Panamá, US$ 2 milhões para a Ample Power Limited, de Hong Kong, e US$ 1,7 milhão para a Stingdale Holdings Inc., entre outras.
A PGR busca agora em acordos de cooperação com outros países dados sobre os beneficiários dessas contas abastecidas pelo operador de propinas do PMDB, após receber comissão no negócio de entrada da Petrobras na exploração de petróleo em Benin. Com prejuízo ainda não calculado, a estatal abandonou o bloco 4 em junho de 2015 e pode arcar com prejuízos gerados pelo grupo português.
Tanto João Henriques como o empresário português Idalécio de Oliveira viraram réus junto com a mulher de Eduardo Cunha, a jornalista Cláudia Cruz, em ação penal aberta nesta quinta-feira (9) pelo juiz federal Sérgio Moro. O operador do PMDB já está preso e condenado a seis anos e oito meses de prisão por corrupção, em outro processo de contrato de navio-sonda feito pela Diretoria Internacional.

AO VIVO ACOMPANHE AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS SOBRE A CRISE POLÍTICA NO PAÍS Dilma diz que, se voltar, população decidirá sobre eleições em plebiscito 458 Presidente afastada faz carta de compromissos caso consiga reverter processo Presidente do Supremo nega mais três recursos sobre impeachment de Dilma

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Dilma diz que, se voltar, população decidirá sobre eleições em plebiscito 458


A presidente afastada, Dilma Rousseff, afirmou que, se for reempossada, haverá a necessidade de convocação de um plebiscito para que a população decida se quer ou não novas eleições presidenciais. "Será necessário consultar a população para remontar um 'pacto' que vinha desde a Constituição de 1988 e foi rompido com o processo de impeachment", disse ao jornalista Luis Nassif em entrevista veiculada na noite desta quinta-feira (9) pela TV Brasil. 
Segundo Dilma, esta consulta deve ser feita com ela de volta ao poder, com o processo de impeachment sendo derrubado no Senado, e que somente a consulta popular "para lavar e enxaguar essa lambança, que está sendo o governo Temer".
"Eu não acho possível fazer pacto nenhum com o governo Temer em exercício", disse a presidente afastada. Segundo ela, a consulta popular é o único jeito de se fazer este pacto "dado o nível de contradição" presente hoje no Brasil e com um Congresso em que só pautas conservadoras serão aprovadas -- de acordo com Dilma, com o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) "dando as cartas". A presidente afastada não disse como e quando seria feita esta consulta popular.

Governo Temer - pauta de Cunha

Dilma declarou ainda que "o governo Temer é a síntese do que pensa e expressa claramente a pauta de Eduardo Cunha". Ao ser questionada se era possível se aliar politicamente ao agora presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na época em que foi eleito para comandar a casa legislativa, no início de 2015, Dilma disse que "não existe negociação possível com certo tipo de prática". De acordo com a presidente afastada, Cunha tem uma pauta própria, de orientação conservadora, que levaria para o campo político da direita os deputados e os partidos do chamado "Centrão".
Para Dilma, o "Centrão" historicamente não tem pautas definidas, mas, no caso de Cunha, a tônica foi comandar a pauta do Congresso.
Como tem feito em outras ocasiões, Dilma voltou a defender o presidencialismo e rechaçar qualquer ideia de parlamentarismo. "Foi por meio do presidencialismo que o Brasil conseguiu uma maior modernidade e inclusão da sua população", disse.
Ela criticou também a mudança na política externa do governo interino. "África terá cada vez mais importância; fechar embaixadas é ter visão minúscula de política externa", declarou Dilma
No dia 17 de maio, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, encomendou um estudo para analisar o custo e a utilidade dos postos diplomáticos abertos nos governos Lula (2003-2010) e Dilma Rousseff para, eventualmente, pedir o fechamento de alguns deles.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

5 coisas que o seu celular pode fazer e você não sabia

5 coisas que o seu celular pode fazer e você não sabia



iclo de todo smartphone é praticamente o mesmo: depois de tirá-lo da loja, o consumidor passa pelo período de euforia de tirar as películas de proteção — ahh, aquela sensação —, configurar as contas e baixar os aplicativos que tanto desejava utilizar. Você certamente sabe muito bem do que estamos falando, uma vez que isso é quase universal.
Isso também vale para aquele momento em que falamos: “Nossa! Bem que meu celular podia ter mais funções do que tem!”
Na grande maioria dos casos, ele já conta com essas funções e você nem sabe — ou sabe, mas não se deu conta de como pode usar. Por isso, hoje trouxemos uma lista com algumas das funções mais legais que podem ser desfrutadas com smartphones e que grande parte dos consumidores não conhece.

1. Fotografia de qualidade

As câmeras dos smartphones têm evoluído rapidamente nos últimos anos. Se no passado elas foram limitadas a poucos recursos e quase nenhuma possibilidade de configuração, agora elas fazem parte de algo muito maior. Há câmeras com abertura de diafragma muito maior, zoom óptico, lentes acopláveis, flash de alta qualidade, sensores de alto desempenho e processamento veloz... e ainda é possível melhorar.
Camera FV-5, para Android
Uma das formas de fazer isso com muita qualidade é por meio de aplicativos que te deem um maior controle dos elementos-base das fotografias — conheça aqui alguns apps incríveis que permitem isso.
Isso vai muito além dos apps tradicionais que adicionam filtros e efeitos às imagens, pois possibilita que os consumidores alterem tempo de exposição, velocidade nas capturas, sensibilidade à luz e muito mais. Trata-se de uma excelente forma de conseguir resultados muito mais profissionais em capturas de imagens.

2. Gravação e edição de filmes

Se é possível tirar fotos com alta qualidade, gravar vídeos de alta resolução também é uma realidade para os smartphones. Câmeras com suporte a vídeos 4K já não são uma raridade e modelos com estabilização ótica garantem ótimos resultados para os consumidores. iPhone 6s Plus, Galaxy S7 e LG G5, por exemplo, entregam resultados bem profissionais.

Pode parecer que o sonho é alto demais, mas a verdade é que é até mesmo possível fazer edições de vídeos diretamente nos smartphones. Isso vale desde os aplicativos mais simples criados para Android até versões portáteis de ferramentas de alto nível. O Adobe Premiere, por exemplo, conta com uma versão bem legal para os aparelhos. Para os donos de iPhones, o software Splice também ganha destaque por essas possibilidades.

3. É hora de música

Por um bom tempo, os smartphones foram ótimos substitutos para os MP3 Players tradicionais. Hoje, as funções musicais dos aparelhos vão muito além disso e já permitem até mesmo a gravação e a mixagem de áudio diretamente nos seus softwares. Um ótimo exemplo disso está nos iPhones, que contam com o app GarageBand para permitir que os usuários gravem alguns instrumentos e até emulem outros.

Nos Androids, uma excelente opção é o Stagelight, que traz possibilidades bem parecidas. Também há vários apps individuais que simulam instrumentos e podem ser muito divertidos, incluindo obrasileiro Real Drum. Vale a pena conferir alguns softwares desse tipo para compor suas canções e fazer a festa em seus dispositivos.

4. Digitalização de arquivos

OK, todo mundo sabe que é fácil pegar o smartphone e mirar a câmera para uma folha de papel e fazer a digitalização dela, mas isso geralmente representa fotografias de baixa qualidade, arquivos com pouco foco e JPGs dispensáveis. Felizmente, há soluções bem simples para estes casos.
Screenshots do Tiny Scanner
Uma delas é o app Tiny Scanner, que dá instruções de como fazer para melhorar a luz e posicionar o aparelho com a angulação correta, além de permitir recortes rápidos para retirar mesas e outros objetos de fundo das digitalizações. O sistema faz a exportação diretamente para PDF, sendo bem mais profissional. Nos iPhones, uma solução similar é o Genius Scan.

5. Controle remoto

Você sabia que pode usar o seu smartphone para controlar sua televisão? Pois é, há vários modelos que podem ser conectados aos televisores para mudar de canal, aumentar o volume ou modificar quaisquer outras funções.
Isso não vale para todos os smartphones, mas há vários modelos que possuem emissores infravermelho em suas estruturas. Alguns dos melhores exemplos disso são o Galaxy S6 e Galaxy S5, LG G4, modelos top de linha da HTC e aparelhos de fabricantes chinesas.

......

Quais funções você mais usa em seu smartphone?